sexta-feira, 10 de abril de 2020

Caminho de Santiago - Dicas...

Dicas do caminho:

  • faça no inverno, mesmos que todos falem que não é indicado, pois: albergues vazios, fresco o dia todo para caminhar, não tem muita gente, não sua tanto!!! 
  • a mochila: tem que ser a melhor. E não tente economizar. Ela deve ter aquela entrada de ar nas costas e 2 cintas de apoio. Eu usei uma que já tinha, sem a cinta superior nem estrutura nas costas... sofri e paguei meus pecados com ela.
  • NÃO COMPRE SACO DE DORMIR: se precisar para usar em albergues públicos, leve apenas aquelas mantas de fleece finas mas quentes (albergues privados tem roupas de cama e quase todos tem toalha) 
  • bota: tem que ser a melhor! Snake, caterpilar, timberland. Os pés irão sofrer, então cuide deles. 
  •  meias: 3 anti bolhas, anti fricção, anti Qqr coisa. Não economize nelas. Da para lavar e secar roupa nos albergues. Junte com outros peregrinos e lave roupa de 2 em 2 dias. Daí da para levar só 3 conjuntos de roupa (eu levei térmicos), 4 kits de roupa íntima. Leve 1 camiseta, uma havaiana é uma toalha finíssima (levei da decathlon) e nada mais.
  •  meu casaco era de 2 camadas. 1 fleece (usei o tempo todo) e a outra impermeável (de manhã cedo e quando estava muito frio ou ventando) 
  • luva, touca e cachecol de fleece (leves e quentinhos) 
  •  kit de higiene, kit pé(micropore e vaselina) e kit remédio - destaque para ibuprofeno, dorflex e diclofenaco potassico) 
  • stick - eu usei o tempo todo. Mas muitos não usam. Caminhe longas distâncias antes para testar. 
  • Muita animação. Eu não reclamei nada. E olha que sou chorona, resmunguenta... o caminho é outra vibe. A gente se conecta com ele e vai!
Para rir:


A Compostela x nomes Dolly
Quando você termina o caminho, com 2 carimbos (sello) por dia, você ganha a Compostela, um certificado de peregrino de Santiago, com seu nome em latim.
Kkkk para quem já pegou a piada... Claro, óbvio, que Crishna não tinha na lista dos nomes do mundo em latim. Só no Dolly e olha lá!

Caminho de Santiago - parte 2

Dia 5 - Pontevedra - Caldas de Reyes - 6 de janeiro
Noite maravilhosa no hotel, café da manhã muito bom. Saímos às 9, junto com o sol.
Esse foi o dia menos sofrido. Esqueci de ligar o Strava até 2,5km. Mas depois liguei e acompanhamos a caminhada. Precisamos cuidar para comer de tempos em tempos, mas as vezes não dá certo.
Hoje estava muito frio, estava 1° quando saímos, não passou de 10 nem com sol, mas seguimos bem animados.
Já no km 5 encontramos Iolanda, uma catalã bem querida, peregrina experiente. Caminhamos um tempo juntos, tiramos fotos, apreciamos a floresta, os musgos, o gelo que havia na vegetação. Mais uma vez, havia um riozinho passando pelo caminho de tempos em tempos. Hoje além de lindo, foi mais leve, tranquilo. Não tinham subidas muito íngremes, nem descidas fortes.
Nos separamos da nova amiga, o que é bem natural no caminho. Cada um segue seu momento, para se precisa, segue sem culpa.
Paramos em um café ótimo ao meio dia. Primeiro aberto .
Aqui eles servem junto com o café, croissant, churros, bolos. Sempre tem uma coisa boa de cortesia. E é uma benção para quem caminha por horas.
Seguimos andando e admirando a paisagem. A cada momento tem uma coisa linda.
Paramos em um auto service quase chegando, mas vimos como um oásis, pois tinha cadeiras ao sol, lanchinhos e bebidas. Em 3km estávamos no nosso destino.
Calda de Reis é linda! Um lugar de termas e muita água.
Chegamos cedo para o descanso... mas acho que estou ficando viciada nessa caminhada.
Ah, comi a sopa mais cara da minha vida. Mas pelo lado bom, espantou meu frio
Detalhe de hoje: pets! Nos lugares que passamos as casas são chácaras pequenas. Muitas tem galinhas e elas chamam atenção: são gorditas e brilhosas. Muitos cães e gatos soltos, que vem nos cumprimentar, ou presos que vem latir. No 2° dia um cachorro que era maior que eu saltou de um muro e veio em nossa direção: pedir carinho, mas nos assustou no começo. Ainda vimos burros, vacas e bodes. A zona rural é bem organizada, muito bem cuidada.

Dia 6 - Caldas de Reis - Padron - Escravitud -28km - 7 de janeiro
Hoje acordamos mais cedo. A Pension era bemmmm boa. Um apartamento no 4º andar, com tudo de bom. Tv, ar quente, banho ótimo. Um detalhe de todos os hostel até agora: ninguém fica a noite. Ou eles dão uma senha para as fechaduras eletrônicas ou chaves que você deixa numa caixa postal. É muito civilizado.
Saímos às 7:30, mas ainda era noite escura. Fomos de mansinho, pois estava frio. Frio, frio, vento gelado e...neve! Eu nunca tinha visto! Tá, não foi uma neve de deitar para fazer anjo, ou jogos com bolas. Mas uma neve fininha, um tapete branco ao longo do caminho. Muito lindo!
Não tomamos café até o 6º km. Da um bad caminhar com frio e fome. Não tinha nada aberto, nada. Chegando em uma vila na beira da rodovia, vimos a placa de um bar/café e resolvemos seguir até lá. Desviava uns 200m do caminho, mas lá na frente voltava. Estava aberto e foi ótimo! Pãozinho quente e café são ouro para o peregrino.
Outro aspecto interessante e ótimo: os banheiros de TODOS os lugares que passamos estavam muito limpos. Qualquer birosca ou bodega tem papel e estava limpinho.
Seguimos na floresta congelada, com vista linda de folhas secas.
Encontramos 2 peregrinos no caminho e o cara que peregrina ao contrário (deve ir a Fátima) com um burro e um cachorro muito bravo. Até Padron foi muito delicioso. Almoçamos igual gente normal, ao meio dia, saladinha e empanadas.
Seguimos mais 9km até o hostel. Pesou, confesso, mas amanhã adiantamos muito a vida!!! Apreciamos a visita, vimos muitos gatinhos e conversamos. Foi doloroso e recompensador. Mais um dos paradoxos do caminho. Deu uma alegria, pois chegaremos em Santiago em 16km!!!
O hostel é bem simples, mas arrumadinho. O dono ama o Brasil e falou um portunhol conosco e aqui tem o necessário, bebidinhas, café da manhã.
Amanhã será a chegada... quase não acredito que andamos 97km e estamos chegando. Mas um clichê que não dá para escapar é que o que realmente importa é o caminho, não o destino final. E que caminho!!!

Dia 7 - Escravitud a Santiago de Compostela
O dia despertou tranquilo, saímos às 9, junto com o sol e após um café da manhã delicioso, feito com carinho pelo dono do hostel. Esse foi o hostel mais simples, mas mais aconchegante que estivemos. O dono, Luciano, nos tratou impecavelmente. O lugar tem ovelha, galinhas, lindos cavalos. Ontem chegaram patos. É um hostel ecológico, com plantação, bichinhos e excelente hospitalidade. Um lugar muito especial.
O começo do caminho foi animado, cheio de energia. Depois foi batendo o peso de tantos dias de caminhada, cansaço, algumas dores. Seguimos firmes. Paramos a 8km de Santiago para tomar um café/chá na casa de cultura do pueblo. Seguimos. A cabeça começa a falar para o corpo que está acabando e o corpo começa a se entregar. Porém o mesmo desânimo (acho que fora a subida e descida de Redondela , não tivemos outros momentos de desânimo) se transforma numa emoção incrível quando chegamos. Eu disse para mim mesma: “aff, claro que não vou chorar, vai ser pura alegria”.
Mas na hora que vi a catedral e liguei para o Thiagão para mostrar que tinha conseguido, só se via pinguinhos de lágrimas escorrendo no cantinho do óculos de sol. Sensação de sonho realizado! De não acreditar que realmente aconteceu...
Com 15 anos comecei a sonhar com El Camino, estudei, li, sonhei um dia fazê-lo e, com o passar dos anos, simplesmente esqueci. Nunca mais havia pensado nisso, virou um plano H, I, J, sei lá, bem longe.
Mas em outubro Dimitri me ligou e, em uma conversa, acordou aquele sonho de menina, menina que após tantas experiências boas e ruins e duras e terríveis e lindas e impossíveis e incríveis na vida, havia simplesmente hibernado. E o sonho começou a ser planejado, com detalhes sendo analisados, melhores lugares, estrutura, suplies, tudo que deveria ser pensado para que fosse o melhor possível.
E hoje, após a chegada na catedral, a emoção de conseguir finalizar, o almoço perfeito e o checkin no hostel 5 estrelas (sim!!! Existem hostels melhores que muitos hotéis) concluímos que o sonho se realizou da melhor maneira possível para o momento.

Obrigada Miti!

Obrigada ao meu Thiago, que viabilizou a minha vinda, cuidando impecavelmente da Laurinha!
Obrigada ao querido e milagroso Santiago de Compostela, o peregrino persistente em levar a palavra!
P.S. Para quem está acompanhando detalhes do caminho, vou fazer mais 1 postagem: uma com dicas de coisas que li por aí que deram certo e que não deram, sobre o que trazer, caminho no inverno, etc;

Caminho de Santiago - parte 1

Refletindo na minha insônia de hoje, resolvi que vou relatar a percepção dia a dia do caminho. O Facebook me lembrará sempre é essa experiência não quero esquecer...

Dia 1 - 2 de janeiro de 2019
A jornada já começa na viagem. Acordamos as 3 da manhã (de uma noite ansiosa) e nos dirigimos para o aeroporto. 5 min de Van do hotel. O checkin internacional não pode ser feito nas máquinas e nem no app. Tensão para a reserva que aparecia como inexistente. Humanos nos salvaram, quando apareceram. As 4:10 da manhã. Voo era as 5:55. Promessa da mochila ir direto para Porto... 2 conexões (poa - vcp - Lisboa - Porto). Campinas foi a mais complicadinha. Mas deu certo. Depois de 18h chegamos. A mochila estava lá mesmo. Fiquei com medo de extravio, mas depois do primeiro dia de caminho com ela, pensei que nem seria tão ruim... kkkk
Hostel AirPorto- primeira experiência adulta de lugar coletiva. (excursão do colégio não conta) Muito boa!!! Limpinho, quentinho, banho bom, edredom e roupas de cama limpas e quentes. Até suei a noite.
Tinham 2 espanholas no nosso quarto. Nada sociais, mas foi bem ok.

Dia 2 - 3 de janeiro de 2019
Porto - Valença do Minho - caminhando até Tuí
Acordamos as 8, tomamos um café bem gostoso (ok, eu tinha certo preconceito com hostel - sou uma pessoa simples para tudo, mas não conhecer me fazia desconfiar...)
Fomos de metrô para a Se do Porto pegar a credencial de Peregrino. Detalhe para o autosserviço, pouco explicativo do metro. Mas foi ok (acho que compramos errado, foi bem caro)
Nenhuma descrição de foto disponível.
Passamos pela catedral do Porto e pegamos nossas credenciais
Passeamos pela zona central, bem linda por sinal! Pegamos a credencial, comprei minha concha e seguimos andando. Pegamos um uber para a rodoviária, compramos passagens, almoçamos ali mesmo e fomos para Valença.
Detalhe para o sistema português (um pouco pejorativo esse comentário) de organização da rodoviária: as plataformas tem números ( que não servem para nada) e na passagem tem o número do ônibus ( que fica em algum lugar - e brasileiros inexperientes precisam adivinhar - ou levam pito de motorista kkkk)
Mas conseguimos achar o ônibus. Uma viagem muito boa. Estrada maravilhosa, ônibus muito bom. Até Braga, tudo tranquilo. Eis que na saída da rodoviária vem correndo um rapaz atrás do ônibus. Leva um pito do motorista, mas consegue entrar. Era brasileiro tanto, o que nos levou a comentar como era difícil essa estrutura das rodoviárias. Conversa vai, conversa vem, vamos todos para o caminho.
O caminho já começou a mostrar que ele comanda, nos mandando companhia de viagem... descendo do ônibus, começamos a caminhar até Tui. Valença tem uma fortaleza lindíssima, com uma vila dentro. Caminhamos passeando, e logo entramos no último bar português do caminho. Chopp é maravilhoso nessa região.
Acabamos indo para o mesmo hostel. Só nós. Está bem frio (o que mostrou ser uma vantagem para caminhar, mas isso só relatarei no dia 3). Albergue privado muito bom. Limpo, bonitinho, tinha máquinas de lavar e secar, banho muito bom. Sairíamos as 8 e meia no próximo dia, já que o sol só nasceria as 9.
Noite boa. Um detalhe sobre os albergues no inverno. Não fica ninguém. Eles te dão a senha da porta, se for sair e voltar, deixam café se tiver incluso e desejam Buen Camino a lá marcha. A noite jantamos num restaurante muito bom. Indicado por um tiozão gente boa, que fumava seu charuto tranquilo na rua. Apesar de nada típico, só comi comida boa até agora.

Dia 3 - 4 de janeiro de 2019
Acordamos as 7. Café, organização da bagagem, saímos 8:20. Uma vista linda de Tui, o caminho pelos becos e centrinhos históricos lindíssimo. E frio. Nada absurdo 3º, estávamos preparados. Mas o frio não foi diminuindo... a medida que fomos caminhando, foi ficando mais frio. Ué, ritmo bom de caminhada já esquentaríamos. Mas o caminho passava numa floresta, numa montanha. Resumindo, -3º. Congelou a água, meu cabelo, bigode do Miti. Nosso novo companheiro de viagem tem um ritmo forte. Caminhamos até 10k sem parar. Um breve lanchinho no frio extremo e seguimos a Porriño. Caminho lindo, não muito difícil. Ué, não era dificuldade 3? Era. Tomamos um café ao meio dia (uau 19k em 3h e meia? Todo mundo bem? Arrasamos nessa história de caminho...)
Conhecemos um casal de portugueses que havia nos passado no começo da caminhada lá em Tui. Contaram que vinham de Porto, muito simpáticos. Vão ficar aqui? Sim, tem muita subida até Redondela. Mas só faltam 11km! Moleza... não. Não e não.
Até Mos estava muito calor. O sol apareceu e a sensação térmica era de 30°. Ah, caminhar no frio é muito melhor. Mas não tinha subidas exageradas. O português devia ser meio Nutella. Kkkk doce ilusão.
Já na saída de Mos (paramos 2 min, tava tranquilo, só para tomar água, repor alimentação) subidona. Ops achei que ia dar bolha. Parei, fiz curativo, tudo bem, falta pouco para Redondela.
Não, não faltava pouco. Agora é que faltavam 11km. De porriño são 17 até Redondela. Sendo 5km de subida infinita. E depois... uma descida infinita. Redondela está no nível do mar... exaustão chegou. Pernas falhando, dor, cansaço. Eu já havia experimentado essa sensação na peregrinação para Borda. Sabia que estava tenso.
O objetivo era ficar no albergue público. Não rolou. Rolaria se ele fosse o primeiro. Acabamos ficando em um lindo, super arrumadinho, um tratamento impecável. O rapaz até arrumou um secador de cabelo para mim. Muito frio, tomamos banho e fomos comer. Hoje comi Lula, ou calamares daqui. E muito ibuprofeno de sobremesa...
amanhã sigo contando, na insônia das 3.

Dia 4 - Redondela a Pontevedra - 5 de janeiro de 2019

Igrejinha chegando em Pontevedra
Ontem à noite, após uma breve reflexão sobre a caminhada, decidimos doar nossos sacos de dormir. E rezar para os próximos albergues que ficarmos terem o conforto dos anteriores.
O milagre do caminho nos abençoou. Conseguimos andar!
Eu tinha lido sobre ele, mas aquele 1% estava sem fé. Venceram os 99%.
Saímos às 8:15 para tomar café da manhã bem pertinho do Hostel. Começamos o caminho quase 9. Estava friozinho (uns 3° ) mas assim que a caminhada começou, já esquentamos. Incrível como fica confortável, mesmo com temperaturas quase 0.
A paisagem foi maravilhosa por uns 17 dos 21km. Trechos de estrada de asfalto foram os menos interessantes.
Andamos muito tempo em uma floresta, com pedras e riozinhos que passavam pelo caminho. Alguns lugares o riozinho era o próprio caminho. Chamou atenção os lugares congelados (grama, pasto, beira do caminho); somente quando batia o sol que derretiam. Andamos por 4h e meia.
Tínhamos algumas dores, mas a paisagem fazia esquecer. Chegamos no hotel, nos arrumamos e fomos comer. Pontevedra não tem uber. Ficamos próximos do hotel, em um bar de pessoas do lugar. Não tinham sello (carimbo do caminho - no fim mostrarei todos), não era um bar de peregrinos, mas um lugar para as famílias daqui.
Destaque de hoje para a floresta e depois para a capela de Santa Marta. Muito especial, pequenina e aconchegante. E tinha o carimbo self service.
Dia maravilhoso. Amanhã iremos para Calda de Reyes... no dia de Reis, quanta coincidência, quantas formas do caminho nos mostrar que é especial. Que devemos ter fé! Ah e estamos abençoados pelos dias de . Era para estar chovendo, mas não está!!!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ROCK IN RIO 2011!


Mais uma vez nos deslocamos para a cidade maravilhosa, mas dessa vez com nossa gata, LAURA, rumo ao Rock in Rio pra curtir uma prainha e alguns shows.

De inicio ficamos apreensivos, vimos que criança de qualquer idade pagaria ingresso e, claro, não havíamos comprado o ingresso da Laura, que estava com 7 meses. Além disso, era a primeira viagem dela de carro e não sabíamos como seria seu comportamento.
Enfim, chegou o dia, cadeirinha em nova posição, carro lavado, bagagens prontas saímos em rumo à cidade maravilhosa às 5 da madrugada. Laura, ao sentar na cadeirinha em nova posição, despertou e adorou o lugar, curiosa como ela só.
A viagem transcorreu bem, Laura se comportou maravilhosamente, na chegada ao Rio achamos (leia-se Crishna) o hotel rápido e já fizemos o check-in.

Não perdemos tempo, nos trocamos, ligamos para nossa Comadre para nos encontrar no hotel. Encontramo-nos e fomos almoçar. Depois do rango uma  caminhada pelo bairro, beira mar e, é claro, fomos tomar um Choppinho.
Segundo dia da viagem, o grande dia do Rock in Rio! Acordamos e fomos curtir e apresentar a praia para nossa Lalá. Decidimos ir de metrô e fizemos aquela festa com nossa gata.
Entre sobes e desces de escadas rolantes, elevador, esteiras e de muita, mas muita, caminhada à beira mar para chegarmos na área de bebês na praia do Leblon (baixo bebê), nos instalamos. Laura adorou o mar!!!

Passamos uma manhã tranquila e proveitosa, família feliz!!!
Bom, após a praia fomos nos preparar para o RIR, combinamos com nosso amigo Alan para irmos juntos. 
Na hora marcada fomo ao encontro do Alan e iniciamos nossa rota rumo à cidade do rock. Laura, como sempre simpática, adorou a viagem de ônibus, mas no meio do caminho dormiu.





 Na chegada à cidade do Rock despertou e fez várias amizades. Chegando na cidade do rock, nossa apreensão começou, com a dúvida se a Laura poderia entrar, ou se ia ficar bem... E as respostas foram SIM, ela entrou e ela AMOU!!!

Chegamos nas três últimas musicas do Skank e Laura estava a mil, animadíssima.
Acabando o show, Crishna, meu amor, já foi dar mama para Laura enquanto prepararam o palco para o Maná e, de repente, começa o show do Maná.
Laura no inicio ficou quietinha, mas depois despertou e fez a maior festa, tanto que passei o show todo do Maná tirando fotos com terceiros que amaram Laura e sua animação.
O show foi perfeito, mas começou um vento forte na cidade do rock e tratamos de cobrir nossa gata. Depois veio maroon 5, “para quem gosta, um prato cheio”, como diz o Pouca Vogal (que por sinal faltou no RIR).
Para nós era a despedida, Lalá dormiu e iniciamos o rumo de volta pra o hotel, porém realizados.
Adoramos a experiência e, o melhor, adoramos que nossa filha tenha adorado.




segunda-feira, 11 de julho de 2011

Rio de Janeiro - outubro 2009

Depois da viagem de matchu pitchu, ficamos muito encantandos por termos conhecido uma maravilha do mundo.
Seguindo a linha das maravilhas do mundo, Crishna (esposa linda que amo) decidiu me apresentar melhor à cidade do Rio de Janeiro.

Primeira visita ao Pão de açúcar foi a  minha pior experiência com altura: aquele bondinho balança muito! Sorte que tinha um turista com mais medo que eu. (nota da Crishna: o alemão foi de cócoras no bondinho... me deu muita vontade de rir, pois o lindo tava quase querendo ir fazer companhia para o alemão!!!). Fiquei firme ali sem me mexer e torcendo para chegar logo.





 Carinha de paz... kkkk

Vista maravilhosa, tudo muito bonito, porém ainda estávamos no Morro da Urca e, para chegar ao Pão de Açúcar precisávamos pegar mais um bondinho.
O bondinho da Urca até o pão de açúcar não balançou tanto quanto o bondinho da praia vermelha até o morro da Urca, mas balançou rsrs.

 




Valeu à pena passar pelos meus medos, pois a vista e a experiência são ótimas, realmente a cidade é maravilhosa.




Mas, eu queria ver o Cristo! Ah, antes do Cristo teve a volta com os bondinhos e meu medo foi o mesmo rsrsrs balançaram igual.





Para ir ao Cristo redentor resolvemos ir de ônibus, meio sem saber direito como chegar, mas Crishna se informou e deu tudo certo.
Chegamos aos pés do Corcovado, compramos as passagens do trenzinho que leva até a base do cristo redentor.

Na base do cristo, iniciamos a subida para chegar ao monumento, muitas escadas, o que não agradou pelo físico e sedentarismo.

Ao chegar lá em cima esquecemos o cansaço, pois a sensação é maravilhosa e a vista magnífica.








 Ficamos um tempo ali, observando. Estava em manutenção, mas não tirou a beleza do lugar. O Engraçado que em minutos uma neblina cobriu toda a vista da cidade e do cristo daí resolvemos ir embora.

E com isso tínhamos conhecido 2 das 7 maravilhas do mundo, eleitas em 2009.

Ficou agora uma meta para nós: tentar conhecer as 7. Será que conseguiremos?

Ainda fomos conhecer os Arcos da LAPA, região boemia do Rio, e não resistimos... entramos em um barzinho onde rolava um samba (samba não pagode).

Também tomamos chopp no famoso calçadão de COPACABANA, curtimos a praia, visitamos amigas e  uma prima da Crishna.


 Foi outra viagem sensacional, como todas até agora, e fica o desejo de voltar.

By Thiago