segunda-feira, 11 de julho de 2011

Rio de Janeiro - outubro 2009

Depois da viagem de matchu pitchu, ficamos muito encantandos por termos conhecido uma maravilha do mundo.
Seguindo a linha das maravilhas do mundo, Crishna (esposa linda que amo) decidiu me apresentar melhor à cidade do Rio de Janeiro.

Primeira visita ao Pão de açúcar foi a  minha pior experiência com altura: aquele bondinho balança muito! Sorte que tinha um turista com mais medo que eu. (nota da Crishna: o alemão foi de cócoras no bondinho... me deu muita vontade de rir, pois o lindo tava quase querendo ir fazer companhia para o alemão!!!). Fiquei firme ali sem me mexer e torcendo para chegar logo.





 Carinha de paz... kkkk

Vista maravilhosa, tudo muito bonito, porém ainda estávamos no Morro da Urca e, para chegar ao Pão de Açúcar precisávamos pegar mais um bondinho.
O bondinho da Urca até o pão de açúcar não balançou tanto quanto o bondinho da praia vermelha até o morro da Urca, mas balançou rsrs.

 




Valeu à pena passar pelos meus medos, pois a vista e a experiência são ótimas, realmente a cidade é maravilhosa.




Mas, eu queria ver o Cristo! Ah, antes do Cristo teve a volta com os bondinhos e meu medo foi o mesmo rsrsrs balançaram igual.





Para ir ao Cristo redentor resolvemos ir de ônibus, meio sem saber direito como chegar, mas Crishna se informou e deu tudo certo.
Chegamos aos pés do Corcovado, compramos as passagens do trenzinho que leva até a base do cristo redentor.

Na base do cristo, iniciamos a subida para chegar ao monumento, muitas escadas, o que não agradou pelo físico e sedentarismo.

Ao chegar lá em cima esquecemos o cansaço, pois a sensação é maravilhosa e a vista magnífica.








 Ficamos um tempo ali, observando. Estava em manutenção, mas não tirou a beleza do lugar. O Engraçado que em minutos uma neblina cobriu toda a vista da cidade e do cristo daí resolvemos ir embora.

E com isso tínhamos conhecido 2 das 7 maravilhas do mundo, eleitas em 2009.

Ficou agora uma meta para nós: tentar conhecer as 7. Será que conseguiremos?

Ainda fomos conhecer os Arcos da LAPA, região boemia do Rio, e não resistimos... entramos em um barzinho onde rolava um samba (samba não pagode).

Também tomamos chopp no famoso calçadão de COPACABANA, curtimos a praia, visitamos amigas e  uma prima da Crishna.


 Foi outra viagem sensacional, como todas até agora, e fica o desejo de voltar.

By Thiago

quarta-feira, 6 de julho de 2011

PERU - agosto 2009 - parte2 - Lima

Na volta pra Lima, no aeroporto, encontramos nossas novas amigas do trem Tathi e Karin e marcamos de sairmos em Lima para elas nos apresentarem a cultura da cidade.

Como eu fui a trabalho, combinei com minha esposa linda, Crishna, que iríamos sair todos os dias assim que eu chegasse do curso. E conforme combinamos todas as noites, sem exceção, curtimos uma baladinha.

Primeira balada, essa não posso deixar de contar, chegamos em Lima e fomos ao hotel em Miraflores, o taxista atencioso, nos foi mostrando um pouco de Lima e do transito caótico (a base de buzina). No hotel ao chegarmos ao quarto, eu (Thiago) só tinha tempo para tomar banho e ir trabalhar, e a luz do banheiro estava com problema. Tive que tomar banho no escuro e rápido.
Estava iniciando minha aventura... fui pegar um taxi para ir até a universidad Ricardo Palma com meu espanhol maravilhoso rsrsrsr.
Taxista no Peru é um jogo de negociação, não existe taxímetro e vc negocia com o motorista antes de iniciar a viagem. Detalhe, os carros são todos carrões aqui no Brasil, tipo Corolla, Vectra e Civic, porém velhos demais (na verdade são refugo do Japão).
Consegui um taxi e fui para a universidade ministrar o curso, o curso era das 17:00 até as 23:00. Voltei normalmente e chegando ao hotel fui ao quarto e minha esposa não estava lá.
Imagina o desespero!!! rsrsrsr Haviam trocado de quarto pelo problema da luz do banheiro.
Saímos para nossa primeira noite em Lima, e como Crishna havia andado pelo bairro tinha visto uns lugares para irmos. Andamos e andamos, mas nada estava aberto, afinal era segunda-feira e, somente um bar na esquina do hotel estava aberto.
Depois de meia hora andando resolvemos ir para o bar na esquina do hotel, afinal de contas era nossa primeira noite em Lima. Pedimos a cerveja típica, cusqueña e de repende o bar começa a ter um movimento de uns senhores, e a música começou a ficar alta demais e um clipe na TV muito sensual começou a tocar. Comecei a achar estanho o lugar e olhei para minha esposa que também estava achando estranho o lugar.
Terminamos nossas cervejas, pagamos e fomos para o hotel que era uns 20 passos de distância. No hotel resolvemos perguntar o que era aquele bar, e o porteiro nos disse que era um bar de acompanhantes rsrsrsrrs. Caímos na risada e certificamos que cerveja nesses lugares realmente é gelada! Foi o lugar que tomarmos a cerveja mais gelada na viagem toda.
Saímos todos os dias conforme o combinado...comemos comida mexicana e peruana aos montes
No quarto dia em Lima, combinamos com as nossas amigas Tathi e Karim para sairmos e elas foram nos buscar no hotel com um amigo, Christian, outra pessoa muito gente boa.
Andamos por bares típicos de música e dança Peruana, porém não havia mais apresentação para aquela noite. Fomos ao shopping Larco Mar - Miraflores, no barzinho Mamá batata onde ouvimos boa música internacional e típica

“tengo .. tengo La camisa negra ...”
“... que se llama Peru ...”
“Uno, dos, três...cumbia...”
Muito Maná também (Rock in Rio IREMOS)



Como eu tinha a manhã e a tarde livre (até as 17:00) andamos pelo bairro quase que inteiro, comemos Ceviche, prato maravilhoso.

 
E toda noite íamos para nossa saída noturna, próximo ao hotel havia um centrinho cheio de restaurantes e bares. O legal que cada restaurante/bar te conquistava com cortesias, pisco sauer (bebida típica) e outras coisas típicas.

Em uma dessas manhãs/tardes de cultura local, fomos a um sitio de relíquias pré-INCA – Huaca Pucllana

 Dunkin Donuts antes do passeio



O guia era uma figuraça... tivemos que filmá-lo explicando as civilizações que habitaram Lima.


Fizemos também um passeio do ônibus turístico de miraflores (bairro onde nos hospedamos)



E também minha linda esposa encontrou uma franquia de KFC - kentucky fried chicken muito boa também para uma refeição.

A amizade com Tathi e Karin foi tão legal, que Karin nos convidou para festa de despedida dela, na sexta-feira, pois ela trabalha na Espanha e já ia embora. Fomos ao evento e Christian estava lá, conhecemos também mais alguns peruanos. Baladinha boa demais, rimos bebemos um Red Label e ainda dançamos um pouco, claro que todos queriam sambar rsrsrs Mas a salsa é bem interessante.


By Thiago

O lindo esqueceu  duas coisas importantes: O almoço com seus alunos, a troca de guarda e as catacumbas
 Lindo reunido com "sus alumnos"

Antes do almoço fomos conhecer Chorillos e o mercado de peixes.


 Peixes e frutos fresquíssimos. Lindo, mas fedido...



 O almoço foi engraçadíssimo. Durante o curso ele entendeu tudo, assunto técnico tirou de letra. Mas no almoço, após o 2º pisco sour ele ria por osmose das piadas... Os peruanos também passaram a falar mais depressa empolgados e um pouco "altos" de pisco. kkkk Eu traduzia discretamente as piadas pre ele!

Foi uma experiênia sinistra aquele museu...Depois vimos o desfile tipo de carnaval e a troca de guarda na Plaza de armas.




 
By Crishna

terça-feira, 5 de julho de 2011

PERU - agosto 2009 - parte1 - Macchu Picchu


Reunião com meus supervisores e um convite inusitado: dar um curso de TV digital! Bom até aí tudo tranqüilo, porém teria que se ver a opção de ministrar o curso em espanhol, começou a dar um gelo na barriga. Porem, já tinha ido ao Uruguai e não foi tão difícil me comunicar. Passado um tempo, o curso realmente deu certo e lá vamos nós para o Peru dar o curso. Iniciei curso de espanhol focado no curso, por conta da empresa rsrsrs.

Aí começou o meu desespero, mão de vaca de carteirinha, Crishna começou a ver passeios, hostels e passagens. Iríamos para matchu pitchu e engraçado como o mundo conspira para que certas coisas dêem certo. Crishna teve aulas extras para ministrar e, com isso, a grana apareceu.
Vários dias de preparação, tudo organizado, isso eu faço questão preciso saber de todos os passos para me organizar.
No aeroporto em Guarulhos, check-in efetuado, só aguardar a chamada para o embarque. Fomos de LAN, uma excelente Cia aérea que tem parceria com a TAM. Já na decolagem percebemos a diferença de pilotagem, muito tranqüila, mas muitoooo tranqüila.

Chegamos em Lima e o pouso, como na decolagem, foi muito tranqüilo, os pilotos das Cia brasileiras deveriam aprender com esses pilotos da LAN. Em Lima, conforme programado, guardamos as malas em um guardador de mala (que custou uns 20 dólares no total, se não me engano), pegamos uma mochila e uma mala pequena fomos para o check-in rumo a Cusco.



Depois do ckeck-in nos deparamos com a Starbucks, tomamos um café  e fizemos um lachinho.


Chegando em Cusco, novamente nos impressionamos com o pouso, já tínhamos um motorista  a nossa espera.(Com plaquinha!!! Eeeeee!)
O trânsito no Peru é meio caótico. As buzinas nunca param, um horror! Trânsito super complicado em Cusco. Chegamos no hostel, eu  tive soroche (mal de altitude).
É bem ruim a sensação, uma lentidão, falta de ar e dor de cabeça.
Não curtimos muito o hostel, o banheiro era coletivo, sendo o primeiro drama de poucos dessa viagem, mas era no auge do medo da gripe suína! Acabamos ficando lá essa noite e decidimos trocar de hostel na volta de Águas Calientes.
Aproveitamos para passear pela cidade, vimos várias igrejas, e varias valas abertas com indícios de engenharia INCA. (lá se abrem um calçamento para arrumar encanamento ou saneamento e encontram algo Inca, já interditam e vira patrimônio histórico)


No outro dia acordamos bem cedo, para irmos pegar o trem para Águas Calientes, cidade que é ponto de parada antes do vale sagrado de Matchu Pitchu.
No trem, sentamos nos lugares errados, mas logo percebemos e trocamos, ainda bem, pois estava um cheiro desagradável de um pessoal não muito fã de banho rsrsrsr.
Mudamos de lugar, e acabamos conhecendo duas irmãs simpáticas que se tornaram nossas amigas. Pois minha esposa adora fazer amizades com pessoas do local.
 Vista de dentro do trem - na ida fomos de backpacking - um trem de mochileiros.
Friozinho na espera do trem.

Já em Águas Calientes comemos um lanche, no centrinho, muito legal a atenção com os turistas: colocaram uns enfeites feitos de legumes no lanche.


Músicas típicas no restaurante (aquelas flautas peruanas) e Crishna, como adora observar os costumes, adorou as pessoas no seu dia a dia. Em Águas Calientes a população depende dos trens e, por isso, a cidade é toda cortada com estrada férrea.

Eu e Crishna observando os músicos no restaurante e, de repente, passa o trem em frente, uma experiência muito legal.


Passeamos pela cidade, compramos as entradas para o vale sagrado e as passagens de ônibus para chegar ao vale. Um pouco caro, mas compensa muito.(uns 100 dólares para os 2)

Depois do almoço fomos para o vale sagrado, experiência sensacional, no caminho dá para se ver partes do vale, e já começa a mudança de sensação de espírito.
 
 Emoção ao ver essa placa...
 Chegando ao vale, iniciamos uma busca por um guia, vimos na internet que o passeio com guia é a melhor opção. Achamos a guia LINDA, negociamos o valor ( claro que chorei o preço e consegui um desconto) e fomos com um grupo de espanhóis visitar o vale.
 Essa é a "Linda"

Antes de iniciar o passeio, pausa para colocação das joelheiras da minha linda.

Iniciamos a subida, e que subida rsrsrsr

 Portal de entrada do parque
 Começa a subida... nós e nosso condicionamento físico perfeito, foi fácil... olha a língua!

 Pausa pra foto na subida
E começa a vista maravilhosa
  Primeira parada já temos visão completa do vale, em uma palavra: SENSACIONAL, guia explica um pouco sobre o vale. Tiramos aquela foto clássica do vale.

Entramos no vale sagrado, e mais uma vez nos impressionamos: como é perfeito o muro de pedras, e a sensação também muda, o clima é realmente diferente.


Vou resumir a visita, pois andamos a cidade toda do vale sagrado, mas vale a experiência, é um passeio formidável! A cidade é toda mística e cansativa, pois subimos e descemos direto, é um exercício também e, claro, a cultura agregada.
Minha linda esposa  estava radiante:
 A realização de um sonho nos torna radiantes!



O interessante, também, é que tem llamas soltas ao longo do parque e que estão acostumadas com pessoas!

Voltamos para um banho, nos arrumamos e jantamos na esquina do hostel. A noite passeando pela cidade, paramos em uma ponte e eu olhei para cima, foi a hora que ficamos  impressionados, uma mega montanha estava na nossa frente, estávamos aos pés da montanha. Soltei um “PQP”  rsrsrsrs
Foi mais um momento mágico excêntrico da viagem!
Águas Calientes é rodeada de montanhas, muito bonita a vista e dessa vez a pousada era perfeita. Lemos muita coisa sobre não ter água quente e outras coisas, mas não tivemos problema nenhum nesse hostel.

By Thiago